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DESÂNIMO
Estrada afora eu caminho, mas sinto nos pés os espinhos que machucam, que esfolam a minha pele macia, enquanto a esperança que dança bem à frente me acena com inusitada alegria. A alma não se controla, pois não vê a açucena plantada lá no jardim, junto ao pé de alecrim. Onde estará ela agora? Triste sina, triste cena, quem me vê de mim tem pena... Ó Senhor tem piedade dá-me a felicidade!
HLuna
Enviado por HLuna em 03/07/2026
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